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20 IDEIAS DE DISCIPLINA QUE REALMENTE FUNCIONAM!

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Desenhar limites e estabelecer limites vêm automaticamente com o pacote parental! Todos os pais lutam com a disciplina uma vez ou outra. Infelizmente, muitos recorrem

a bater e bater para ganhar respeito e fazer com que as crianças façam o que lhes é pedido.

Em nossa edição anterior de People Are Born To Shine, destacamos dez razões pelas quais bater enquanto disciplina as crianças é errado. Abaixo estão alternativas que qualquer pai achará útil!

1- Seja firme. Defina limites razoáveis que sejam apropriados para a idade do seu filho. Explique esses limites de forma verbal e aplique-os de maneira firme.

2- Seja consistente. Se você permitir pular na cama um dia e proibir no dia seguinte, você apenas confundirá seu filho e prejudicará suas tentativas de fazê-lo ouvir quando você pedir para ele fazer alguma coisa.

3- Compromisso. As crianças nem sempre sabem a diferença entre grandes e pequenos problemas. Portanto, ceda a algumas pequenas coisas de vez em quando (um pedaço extra de bolo de aniversário no final de um longo dia pode evitar uma birra). Isso dará à criança uma sensação de controle e tornará mais fácil para ela acompanhar o programa nas questões maiores (dar as mãos ao atravessar a rua, por exemplo).

4- Seja assertivo e específico. “Pare de jogar sua comida agora.” é muito mais eficaz do que “Pare com isso!”

5- Dê opções. Kathryn Kvols, autora de Redirecting Children’s Behavior, sugere que, se seu filho estiver tirando todos os livros de uma prateleira da sala, você poderia dizer: “Você gostaria de parar de bater os livros da prateleira ou gostaria de ir embora? para o seu quarto?” Se ele ignorar você, leve a criança gentilmente, mas com firmeza, ao quarto dele e diga que ele pode voltar para a sala quando estiver pronto para ouvi-lo.

6- Reduza os avisos. Se a criança conhece as regras, imponha imediatamente as consequências prometidas. Se você criar o hábito de dar seis avisos preliminares e três “últimos” avisos antes de fazer qualquer coisa, seu filho aprenderá a responder apenas na oitava ou nona vez que você perguntar. Vincule as consequências diretamente ao comportamento problemático. Não se esqueça de explicar de forma clara e simples o que você está fazendo e por quê: “Estou tirando seu martelo porque você me bateu” ou “Pedi para você não tirar aquele ovo da geladeira e você não Me escute. Agora você vai ter que me ajudar a limpá-lo.

7- Sem banco. Se você está impondo consequências, faça isso imediatamente. Você não pode punir uma criança no final do dia por algo (ou um monte de coisas) que ela fez mais cedo– ela não associará a ação indesejável e sua consequência.

8- Mantenha-o curto. Quando o castigo acabar, volte para sua vida. Não há necessidade de revisar, resumir ou garantir que a criança entendeu o ponto.

9- Mantenha a calma. Gritar, reclamar ou delirar pode facilmente cruzar a linha do abuso verbal que pode causar danos a longo prazo à auto-estima do seu filho.

10- Desça ao nível do seu filho. Quando estiver falando com seu filho – especialmente para criticar – ajoelhe-se ou sente-se. Você ainda será grande o suficiente para que ele saiba quem é o chefe.

11- Não dê aula. Em vez disso, faça perguntas para envolver a criança em uma discussão sobre o comportamento problemático: “Fumar charutos é bom para crianças ou não?” “Você gosta quando alguém te empurra no parque?”

12- Critique o comportamento, não a criança. Mesmo comentários aparentemente inofensivos como “Eu já te disse mil vezes…” ou “Toda vez que você…” dá à criança a mensagem de que ela está fadada a desapontá-lo, não importa o quê.

13- Reforçar o comportamento positivo. Passamos muito tempo criticando os negativos e pouco tempo elogiando os positivos. Comentários sinceros como “Estou tão orgulhoso de você quando vejo você limpando seus brinquedos” ajudam muito.

14- Jogue jogos. “Vamos ver quem consegue guardar mais brinquedos” e “aposto que consigo calçar meus sapatos antes de você” são grandes favoritos. Mas certifique-se de não guardar mais brinquedos ou colocar seus sapatos no primeiro lugar – crianças com menos de cinco anos têm dificuldade em perder.

15- Evite birras. Aprenda a reconhecer as coisas que desencadeiam as birras do seu filho. Os mais comuns incluem exaustão, excesso de estimulação, fome e doença. Manter esses fatores no mínimo ajudará bastante a reduzir as birras.

16- Sem agitação. Pode parecer uma maneira menos violenta de expressar suas frustrações do que bater, mas na verdade não é. Sacudir seu bebê pode fazer seu pequeno cérebro chacoalhar dentro de seu crânio, possivelmente resultando em danos cerebrais.

17- Sem subornos. É tentador pagar uma criança para fazê-la fazer ou não fazer alguma coisa. Mas o risco – e é grande – é que ele exija algum tipo de pagamento antes de cumprir qualquer coisa.

18- Seja um adulto. Morder seu filho ou puxar o cabelo dele para demonstrar que morder ou bater é errado ou não é bom sair pela culatra.

19- Garantido. Ofereça queijo com esse gemido. Diga ao seu filho que você simplesmente não responde a choramingos e que não lhe dará o que ele quer até que ele peça de uma maneira gentil – e fique com isso.

20- Dê um bom exemplo. Se seu filho vir você e seu parceiro discutindo sem violência, ele aprenderá a fazer o mesmo. Se ele vir você desrespeitando a autoridade passando sinais vermelhos, ele fará o mesmo.

 

Por: Armin Brott, autor de The New Father: A Dad’s Guide to the Toddler Years

Fonte: 100bestcompaniesfordads.com

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